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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

DELIRIUM CAFÉ SÃO PAULO


Sabe aquele bar, não não, não é um simples bar. É um deleite para o paladar, olfato, olhos e até para os ouvidos, pois é, fomos ao Delirium Café e foi assim... UAU!
Uma casa recém-inaugurada em Sampa que reúne estilo e tudo que um amante da boa cerveja tem direito!

As famosas torneiras saem da parte superior, liberando o balcão para a clientela!

A carta de cervejas e chopes é extremamente completa e sempre conta com os últimos lançamentos do mercado. Começamos com nada menos que a Delirium Tremens, um clássico do estilo Strong Golden Ale. Depois fomo de Grisette Blanche, Tripel Karmeliet, Hop Lover, Júpiter, Green Flash West Cost, Dieu do Ciel Come Du diable, Gulden Draak 9000... E essas são apenas algumas das 24 torneiras de chopes disponíveis, que são servidos na temperatura ideal para cada estilo. Além dos chopes, ainda tem as câmaras frias recheadas de lúpulo, malte e teor alcoólico pra todos os gostos.
Ahhhh sem contar os petiscos! A porção de coxinhas é de tirar qualquer um da dieta. Se é que existe dieta pra quem adora uma boa cerveja e seus acompanhamentos. Mas voltando, o cardápio de petiscos tem diversas opções, e uma das mais tradicionais é o Moules & Frites, um típico prato belga de mexilhões e fritas, que agrada a todos os paladares.

Pois bem... Tudo isso é servido por uma equipe pra lá de bem humorada e muito atenciosa. 
Moules & Frites


Diz aí, o que mais você esta esperando para ir visitar o “elefante rosa”?! Você até pode sair de lá com um souvenir, pois o Delirum Café tem elefantes rosa de pelúcia a venda, para finalizar com chave de ouro sua experiência.

O Delirium Café respira cerveja em todos os ambientes.
Lojinha conta com cervejas e souvenires para levar de lembrança.

Imperdível.
                                                                                                         (Escrito por Nathalia Villa)

Abraços e boa semana!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Cervejaria Suméria realiza Primeiro Festival Brasileiro de Cervejarias Artesanais Ciganas


Olá!! Temos novidade boa na praça. Um baita evento cervejeiro, uma verdadeira celebração da cerveja artesanal paulista! 

Segue o release oficial:

Evento faz parte do calendário de comemoração de um ano da Cervejaria e acontece dia 06 de Dezembro no Butantan Food Park

Montar uma cervejaria é o sonho de muitos empreendedores brasileiros. Mas, nem sempre eles querem ou podem dispor de capital para ter sua própria cervejaria.
Por isso, cervejeiros artesanais passaram a adotar um esquema "cigano" de produção. Isso significa alugar espaço em fábricas grandes para fazer com que suas criações se destaquem no disputado mercado de cervejas. A Cervejaria Suméria, do ABC paulista é um case de sucesso nesse quesito. A empresa nasceu da amizade de três amigos – Marcelo Bonato, Marcelo Ribeiro e Sidnei Martins - apaixonados pela bebida e que sonhavam em ter sua própria marca. Depois de muitos anos de pesquisa e estudos, resolveram adotar o estilo ‘cigano’ e elegeram a Cervejaria Lund para fabricar suas receitas, tais como uma Witbier com adição de Cambuci, fruto nativo da região de Santo André, a Suméria Cambuça Blanche- e a famosíssima Olivia IPAlito, como o próprio nome diz, uma IPA cheia de personalidade.
E, para celebrar seu primeiro ano de mercado, a Cervejaria Suméria realiza Primeiro Festival Brasileiro de Cervejarias Artesanais Ciganas, no dia 06 de dezembro, no Butantan Food Park, espaço já consagrado no cenário paulista. Para tornar a comemoração inesquecível, a Suméria vai apresentar neste dia suas novas receitas, a Suméria Christmas – uma Olivia IPAlito Sazonal, com Triple Dry Hop dos lúpulos  Ella, Columbus e El Dorado e a Angry Nuts, uma IPA com adição de avelã.
O encontro conta com a presença de outras cervejarias ciganas. Entre elas: Urbana, Landel, Júpiter, Velhas Virgens, Dum, Weird Barrel, dentre outras.
Serviço:
1º Encontro de Cervejarias Ciganas & Comemoração 1 ano da Cervejaria Suméria
Local:ButantanFood Park - Rua Agostinho Cantu, 47 - Butantã - São Paulo – SP.
Data: 06 de dezembro de 2014
Preço: Entrada franca.
Promoção: Chope promocional com pré venda no site www.ramalhus.com.br por R$6, R$8 e R$10 (primeiro, segundo e terceiro lotes, respectivamente). No dia do evento, o chope terá preço fixo de R$ 12,00.
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Além de tudo isso, o Butantan Food Park é o verdadeiro Olimpo da comida de rua. As melhores e mais cobiçadas iguarias estarão lá esperando para ser devoradas por você!
Comer e beber bem, conhecer uma galera muito disposta para falar sobre cervejas e ainda por cima gastar pouco. Vai perder?
Abraços e bom fim de semana a todos!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Sobre Stouts and Porters...

Qual a diferença entre uma Porter e uma Stout?

Escuto essa pergunta frequentemente. Exemplos comerciais desses estilos realmente mostram um caráter muito parecido. No mundo não existe paladar tão treinado a ponto de sempre diferencia-los.  Esse fato é duro de engolir para alguns. Nós gostamos de pegar uma Porter da prateleira e saber como ela será diferente da Stout que tomamos ontem, mas não é tão fácil assim. Ainda bem que há certos aspectos que se aplicam a esses estilos que podem nos guiar pela direção certa. Chegaremos lá, mas antes descobriremos a razão desses dois estilos serem tão parecidos.

A Origem

Vamos começar com a palavra Stout (robusto). Por volta de 1700, não havia algo como um estilo chamado Stout. A palavra era apenas um adjetivo para descrever algo forte e denso. Na Inglaterra, se tornou prática comum acoplar essa palavra na frente do nome do estilo da cerveja para indicar que tal cerveja era um pouco mais forte do que você espera para o estilo em questão. Ou seja, Stout era o “imperial” ou o “Double” daquela época.

A Divisão

No final do século XVIII, um estilo de cerveja dominava a Inglaterra: Porter. Como era tendência, as porters mais fortes eram chamada as vezes de Stout Porter, e com o passar do tempo, tornou-se tão comum que pronunciar o nome inteiro não era necessário. O cliente pedia uma Stout e o garçom entendia o que ele queria. Isso criou uma divisão. Agora haviam Porter e haviam Stouts, cervejas similares  mas com uma distinção de força. No começo do SÉC XIX as cervejas que levavam cada nome foram evoluindo de forma diferente e começaram a ser vistas como estilos totalmente diferentes. Pale Ale estava ultrapassando as Porters como a cerveja dominante da época, e as cervejarias passaram a dar maior foco para as Stouts. Com a popularidade em baixa, a qualidade das Porters começou a decair. Vista agora como cerveja fraca, cerveja dos velhos, a Porter quase chegou a sumir. Foi apenas nas últimas décadas que sua popularidade voltou a subir.

Meu Tempo é Hoje

Atualmente Stouts e Porters vêm sendo produzidas ao redor do mundo. Mas mesmo que bebêssemos todas que existem, não seríamos capazes de estabelecer os fatores que as diferenciam. Com certeza não valeria a ressaca. Entretanto, a bebedeira nos levaria a algumas observações. Em geral, ambas tem alguma quantidade de malte torrado que pode ter sabor de café, chocolate ou pão queimado. Em Porters, esse caráter é geralmente mais ameno que nas Stouts, mas existem Porters bem agressivas e Stouts surpreendentemente gentis disponíveis no mercado. Geralmente Porters são menos alcoólicas que Stouts, mas também existem exemplos com alto teor alcoólico. Na prática acaba sendo uma decisão do cervejeiro decidir como irá chamar sua ale escura. Tradição, inspiração, e marketing podem influenciar a sua decisão.

A Esperança Não Está Perdida

Existe uma alta variedade de sub-estilos dentro da cada grande estilo que pode ajudar na hora de decidir o que comprar. Cada um tende a descrever as características da cerveja que te ajudará, a saber, o que está comprando.

Stouts:
·         Dry Stout: Dulçor baixo, bastante amargor dos maltes torrados, baixo teor alcoólico.
·         Oatmeal Stout: Produzida com uma pequena proporção de aveia, que a torna cremosa, amendoada e suave.
·         Milk/Sweet Stout: Produzida com lactose. Mais adocicada, menos amarga e com corpo mais denso.
·         Imperial Stout: Intensa. Caráter extremamente torrado e alto teor alcoólico;

Porters:
·         Brown Porter: Torrefação média, lembra caramelo e chocolate ao leite.
·         Robust Porter: Mais intensa, corpo denso, torrefação alta.
·         Baltic Porter: Tipicamente feita com levedura lager , esta tem sabor bem diferente das outras. Maltada, cremosa e densa. Geralmente não tão amarga.

Espero ter esclarecido alguma coisa. Mas o que dá pra tirar disso tudo é: Habitue-se a ler os rótulos do que está comprando, seja o produto que for. Ninguém conhece melhor o produto do que o produtor.
Começar a semana com uma Stout de 18%abv não tem preço.

Boa semana a todos!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Um tratado sobre Risoto, Fantome e uma Harmonização!

Bom dia, bom dia e bom dia novamente! Trago hoje mais uma incrível, fantástica e sensacional postagem. O risoto que irá se tornar um dos seus pratos semanais, escreva o que estou dizendo, ou copie e cole, faça como preferir.

Muito se fala sobre o risoto pedir uma atenção constante, um amor de mãe e compreensão. E até certo ponto é realmente verdade. Realmente deve-se mexer o risoto constantemente, mas o restante é bem simples e seu preparo é um deleite. Se tiver todos os ingredientes a mão você terá um belo risoto em 25 minutos, e sem dor de cabeça.

Listarei hoje o set up básico para se preparar qualquer risoto, e então você poderá voar!

Equipamento: Duas panelas, uma para o caldo que irá cozinhar o risoto e outra para o preparo. Uma colher de pau.

O arroz: Para resumir, existem o arroz de grão curto e o de grão longo. A diferença entre eles é quantidade de amido, que incham e explodem durante o cozimento, espessando e tornando o prato mais cremoso.  Os de grão curto são os preferíveis aqui. A quebra desses amidos é maximizada quando adicionamos o líquido de cozimento em pequenas quantidades e mexemos constantemente. Carnaroli, Arborio e Vialone Nano são as três variedades mais utilizadas. Independente de qual você escolha, nunca o lave, esse processo irá remover aquilo que é mais importante para nós. O Amido.

Óleo: Fica a sua escolha. Tradicionalmente se usa manteiga, azeite ou uma mistura dos dois para suar a cebola, alho e o arroz. Tem gente que usa até tutano!

Líquido para cozimento: Não pense que se você não tiver um caldo a mão você não terá um bom risoto. Puristas defendem o uso de um caldo leve, para que não se mascare o sabor do arroz. Você pode usar água, adicionando qualquer vegetal picado que você possa ter. Ainda há outras opções, sucos concentrados que sobram de um belo assado que você pode diluir em água, por exemplo, ou suco de tomate! Jamais use caldos prontos, faz mal a saúde. Você pode usar sobras do ingrediente principal do risoto para reforçar o sabor do caldo. Independente do líquido, apenas lembre-se que ele precisa estar em simmer (ponto anterior a fervura, onde pequenas bolhas sobem a superfície) e você irá adicionar um pouco de cada vez.

Tempo: Os velhos 18 minutos que todos os livros constatam deve ser usado apenas como referência. O cozimento depende de diversos fatores: O tipo de arroz, quanto tempo ele foi refogado, a quantidade, o quanto você mexeu e também o ponto que você quer.

É muito importante deixar o risoto mais molhado para servi-lo, e deixá-lo descansar alguns minutos após adicionar a manteiga. O arroz absorverá o excesso de líquido enquanto descansa um pouco.

Finalização: Tradicionalmente chamado de mantecare onde manteiga e parmesão são adicionados e o arroz descansa. Nesse ponto é importante mexer vigorosamente, pois isso irá ajudar a liberar mais amido e criar aquele ponto bem cremoso. Azeite de oliva e suco de limão também podem ser adicionados nessa etapa para elevar as notas de sabor.

Tenha todos os ingredientes preparados a mão conforme a receita e concentre-se apenas no cozimento.

Receita de Risoto básico:
·         400 arroz de risoto
·         150 ml vinho branco
·         2 cebolas médias picadas
·         2 dentes de alho bem picadinhos
·         2 litros de caldo/água/líquido da sua escolha
·         75 ml de azeite de oliva
·         50 gramas de manteiga
·         75 gramas de parmesão
·         Sal e pimenta

1.       Leve o líquido de cozimento a um simmer bem leve. Em outra panela esquente o azeite o alho e a cebola.
2.       Deixe suar bem e se tornar translúcido, não deixe queimar ou pegar qualquer cor. Adicione o arroz e 25 gramas de manteiga, mexa constantemente até o arroz liberar um aroma amendoado e levemente tostado, certifique-se de que todos os grãos estão cobertos com azeite.
3.       Adicione o vinho e cozinhe até reduzir, ainda mexendo. Comece a adicionar o líquido de cozimento, uma concha por vez, sempre mexendo, garantindo que o arroz não grude nas laterais ou no fundo da panela. Após 18 minutos de cozimento, experimente o arroz e veja o ponto. Se ainda estiver muito duro, adicione mais líquido. Quando estiver pronto, adicione o resto da manteiga e o parmesão e mexa vigorosamente. Experimente e acerte o sabor. Deixe o risoto descansar dois minutos antes de servir.

Saber preparar um bom risoto é ter uma baita carta na manga na cozinha devido a sua versatilidade. Eu prefiro risotos mais leves, onde o ingrediente principal é um vegetal ou queijo. O meu predileto é o de abóbora e queijo canastra.

Quando pensamos em harmonizar um risoto, sempre devemos levar em conta o ingrediente principal,para medirmos principalmente a força do prato. Entretanto, acredito que o estilo Saison seja um coringa para risotos.  Como Garret Oliver já atestou, esse estilo é o mais versátil que existe quando o assunto é harmonização.

A Fantome Saison é com certeza um dos melhores exemplares do estilo que temos hoje no Brasil. É uma cerveja mais cara do que a média, mas quando levamos em conta sua história, tradição, e sua complexidade que bate de frente com os melhores vinhos, conseguimos entender melhor o seu preço. Vale a pena para essas ocasiões. Pense quanto você pagaria em uma garrafa dos melhores vinhos que temos no Brasil.
Em breve farei um post abordando o estilo Saison e a Cervejaria Fantome do célebre Dany Prignon! Aguardem!


Abraços e boa semana!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Estância Capim Canastra e o Queijo Minas

Outro dia ouvindo o programa Bacon Fat na Antena Zero conheci o trabalho do Guilherme Ferreira a frente da Estância Capim Canastra e sua batalha para tentar resgatar e divulgar a tradição do autentico queijo minas artesanal  da Serra da Canastra.

No Brasil temos uma legislação muito desfavorável a qualquer micro-produtor, qualquer que seja a sua arte. Quando se trata de queijos, é ainda pior, pois além da tributação excessiva e desleal, é simplesmente proibida a comercialização de qualquer queijo produzido a partir de leite cru ou não pasteurizado.

Devido a isso o Guilherme está na luta, fazendo o possível e o impossível para mudar essa lei totalmente antiquada e sem sentido. Enfim, é mais um absurdo brasileiro que não motivos para ainda está em vigor, a não ser é claro, $$$.

Entrei em contato com ele a fim de comprar o queijo para experimentar, em dois dias o queijo estava nos correios endereçado para St. Andreas City, Sâo Paulo.

E de quebra ele mandou uma rapadura. O queijo é fantástico, um pedacinho vai bem longe, é bastante intenso,levemente picante e eu achei incrível combinado com geleias de frutas e claro, a rapadura.

O café da manha fica perfeito com essa combinação em cima duma torrada! E também podemos fazer arte, o queijo recebe muito bem a ação do fogo, desenvolve sabores caramelizados e tostados, ele não derrete. Faça o teste e sirva com um molho pesto. Incrível. Melhor ainda com uma Porter sabe? Aquela escura.


O melhor de tudo é o preço. Para a qualidade do queijo, pra mim está de graça."hashtagficaadica”.

Oportunidade não tem cabelo comprido. Segue o e-mail do gladiador: capim.ferreira@hotmail.com 

Abraços e boa semana!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Degustação Com Nunes & Levy



Este sábado estarei apresentando uma degustação de cervejas com meus amigos da CERVEJARIA NUNES & LEVY.

O evento será gratuito e o objetivo é mostrar ao pessoal que existem cervejas além da nossa velha loirinha. Será no Sebo Pacobello em Santo André, e para participar basta mandar um e-mail para o endereço acima. Vagas limitadas.

NUNES & LEVY são bi-campeões do Concurso Nacional das Acervas. Uma das cervejas que iremos degustar é a CASANOVA. Uma doppelbock sensacional que passa por um longo período de maturação a fim de adquirir complexidade e sabores únicos.

Imperdível. 

Vejo vocês lá para trocarmos uma idéia sobre esse assunto maravilhoso!

Abraços

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Revista da Cerveja ganha o 1º Prêmio Brasil Brau‏

 
Publicada trimestralmente há um ano em Porto Alegre/RS, com distribuição nacional, a Revista da Cerveja conquistou o 1º Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja, na categoria Comunicação da Cultura Cervejeira. “O Prêmio mostra que a receita do projeto está correta. Com ele vem o desafio para o próximo concurso”, diz Fabrício Scalco, editor e diretor responsável pela publicação. Com um júri de nível internacional, formado por Cilene Saorin e Kátia Jorge, presidente e secretária geral da COBRACEM (Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte), respectivamente, Gustavo Alcântra, do Senai de Vassouras/RJ, Janine Marois, líder do projeto Mondial de La Bière, Petra Westphal, da feira alemã Drinktec, e Daniel Martins, designer e sommelier de cervejas, a premiação também incluiu as categorias Responsabilidade Social e Design de Rótulos. “Não só o líquido é importante, mas também o rastro que ele deixa”, afirma a presidente Cilene. “Por isto, esse prêmio vai para toda a sorte de negócios cervejeiros – produção, distribuição, comunicação e comercialização”.
 
Defendendo e difundindo a nova cultura cervejeira
Surgida em 2012, a Revista da Cerveja chegou com o intuito de difundir, defender e fomentar a cultura cervejeira, hoje conta com uma tiragem de 7.500 exemplares e 260 pontos de distribuição em 22 estados brasileiros. Em suas páginas os leitores encontram reportagens, entrevistas, perfis e colunas relativas aos mais diversos temas cervejeiros, como harmonizações, análise sensorial, mercado, associações cervejeiras do país, colecionismo, fábricas, mestres-cervejeiros, homebrewers, festivais e eventos, premiações, roteiros cervejeiros nacionais e internacionais, bares, pubs, restaurantes e o público apreciador. Nomes consagrados do movimento cervejeiro internacional, como Garrett Oliver, Greg Koch, John Palmer, Dominik Maldoner e Tom Schmidlin, já passaram pelas suas páginas, assim como os mais expressivos cervejeiros brasileiros: Eduardo Bier (DadoBier/RS) Marcelo Carneiro (Colorado/SP), Samuel Cavalcanti (Bodebrown/PR), Marco Falcone (Falke Bier/MG), Alexandre Bazzo (Bamberg/SP), e muitos outros. Sua 6ª edição foi lançada durante a Brasil Brau. Com apenas um ano de existência, a Revista da Cerveja já tem em suas páginas uma boa parte da nova história cervejeira do país – um movimento irreversível, que tem nela um canal permanente de divulgação.
 
 
Essa edição está imperdível para quem curte harmonizações. O Chef Allan Cunha desenvolve um trabalho magnífico em conjunto com a Cervejaria Bodebrown de Curitiba. Recentemente ele passou um período na cervejaria Stone de San Diego, onde viu de perto os conceitos aplicados por eles quando o assunto é respeito a cerveja e a gastronomia.
 
revistadacerveja.com.br
facebook.com/revistadacerveja
 
Grande Abraço e boa semana a todos!
 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Beef Passion – Respeitando a Carne.



Mnha paixão por carnes sempre foi algo imensurável. Não apenas come-la, mas também sempre achei terapêutico trabalhar com elas, desde fazer desossas e limpar, até atingir caramelização e pontos perfeitos. Isso me tomou muito tempo de estudos e pesquisas sobre raças bovinas, criação, abate, técnicas de maturação e dry-aged, níveis de mármore, etc. Tudo isso me fez ter muita atenção na carne que comprava sua qualidade.

Durante meu estágio no D.O.M Restaurante conheci um ainda pequeno produtor chamado Beef Passion. Muito me chamou atenção a beleza da carne que eu estava manuseando. No caso era uma Rabada.


Com o passar do tempo surgiu à oportunidade de adquirir o kit degustação Beef Passion, que conta com cortes, digamos, menos populares, porém provenientes de raças como Wagyu e Angus Australiano, e mais importante, de bois criados com alimentação boa e correta, numa espaço ideal, com calma, abate certeiro. Ou seja, animais que viveram muito bem, e morreram sem sofrer. Isso é ideal para a qualidade final da carne.

O kit conta com cortes como sete de paleta, miolo de paleta, coxão duro, patinho, ponta de peito e bistec passion. No total vem 2,5 Kg de carne e custa 99 reais. O preço é praticamente igual ao de qualquer carne dos frigoríficos mais gourmets de São Paulo.

E como vale a pena. Quando você abre a embalagem e se depara com aquele mármore, aquela cor, você apenas sorri. É só acender a brasa e grelhar os cortes, porém asse a carne no máximo ao ponto.



O que é bom merece ser divulgado, viva a volta dos artesãos de alimento. Temos que valorizar produtores assim, que colocam a qualidade em primeiro lugar, afinal não é isso que buscamos em nossas cervejas, por que agir diferente com as carnes, queijos e outros produtos que consumimos?

Essas carnes altas e ricas feitas na brasa tem uma intensidade alta no paladar. Podemos levar a harmonização em dois caminhos, contraste e semelhança. Em ambos os casos queremos cervejas com bom corpo e teor alcoólico. Pro contraste opte por cervejas com bom amargor, mais lupuladas e  com final seco, IPA´s, por exemplo. Semelhança escolha as que levam maltes tostados, ainda melhor se elas ainda tiverem um bom amargor. Porters americanas mais assertivas vão muito bem, nesse caso temos contraste e semelhança na mesma harmonização!

Grande Abraço!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

La Cabrera y la Noche Perfecta.


 As fotos contarão a história dessa noite. Foi o melhor restaurante da minha viagem para Buenos Aires. Em todos os quesitos, ambiente, comida, atendimento e companhia. Principalmente a companhia, família e amigos reunidos. Para fechar com chave de ouro, nessa noite o Coringão eliminou o Santos da Libertadores e ganhou vaga na finalíssima da competição contra, quem diria,  Boca Juniors. O resultado dessa peleja todos sabem.

Mesa Posta!

Couvert

Empanada de entrada.

Guarnições

Guarnições

Cebolas Caramelizadas

Salada com Ovos Pochê

Todas essas guarnições, com exceção da cebola caramelizada vem como acompanhamento da carne.

Bife Ancho.


Veio no ponto que pedi. Suculento!

Mimo final!

Se for a Buenos Aires, não perca por nada.

Abraços